Saltar para o conteúdo principal desta página Logo do CACO - Salta para a página inicial Bandeira do CACO
CACO 2009 - Pelo Direito, Sempre! - Usuários Conectados: 10
  :: Notícias
  Inicial
  Mundo Jurídico
  Eventos
  Acontece na FND
  Sua Turma
  Caco na Imprensa
  Estágios
  Atlética
  :: CACO
  História
  Balanços
  Gestão
  :: FND
  Fluxograma
  Currículo
  :: Atividades
  Monitoria *
  Grupos de Pesquisa *
  :: Publicações
  Jornal A Reforma
  Revista Crítica
  Manual do calouro
  :: Artigos
  Acadêmicos
  Jurídicos
  Políticos
  :: Interativo
  Fórum
  :: Humor
  Animus Jocandi
  Divagações
  Animus Presto
  :: Utilidades
  Links
  Contatos Úteis
  Fale Conosco
  Administração
 


.: CACO na Imprensa:

Página 5 de 5. Total de 99 postagens no nosso banco de dados.

 Alunos de Direito da UFRJ protestam - 26/7/2003
Publicado por: Folha Dirigida - 17 de julho de 2003

O Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco), da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), convoca os estudantes a comparecerem vestidos de preto à posse do novo reitor da
universidade, Aloísio Teixeira, nesta sexta-feira, dia 18. O motivo do luto é o descontentamento dos estudantes com a direção da faculdade de Direito.

Os jovens cobram uma posição do novo reitor frente às atitudes antidemocráticas da diretoria. Na última sexta-feira, dia 11, a professora Maria da Penha organizou uma breve reunião às 8 horas com alguns professores e alunos para definir as bancas examinadoras do concurso para professor adjunto. No entanto, a congregação estava prevista para às 11 horas.

Tanto os alunos, quanto os membros do CA e até um professor da comissão que organiza o concurso ficaram surpresos com a notícia de que a reunião já havia acontecido. Indignados, os representantes dos estudantes se dirigiram ao campus da UFRJ na Praia Vermelha, onde se encontraram com Aloísio. Na posse, os estudantes pedem um posicionamento do reitor em relação à direção da faculdade.


 Caco comemora 87 anos de engajamento - 1/6/2003
Publicado por: Folha Dirigida - 29 de maio de 2003

O Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (Caco), entidade estudantil que representa os alunos da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), acaba de completar 87 anos. Para comemorar, os estudantes realizam nesta quinta-feita, dia 29 — exatamente o dia do aniversário — um coquetel na faculdade. “Convidamos professores, o atual reitor e ex-diretores do Caco para celebrar a data conosco”, conta a diretora da entidade, Maíra Fernandes.

O Caco surgiu em 29 de maio de 1916 como “Grêmio Jurídico Litterario”, elegendo o Conselheiro Cândido Luiz Maria de Oliveira, seu patrono. Em 1937, muda de nome e passa a funcionar como Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Direito. Com isso, a entidade incorpora a função de representar o corpo discente, separando-se do órgão cultural: o centro acadêmico.

Em 1943, as duas entidades são unificadas, assumindo todas as atribuições que têm hoje. Desde então, o Caco fez importantes contribuições para a sociedade. Em 1945, apoiou a luta pela redemocratização do Brasil e o fim do Estado Novo. A luta continuou durante a Ditadura Militar.

Dossiê aponta irregularidades na gestão da faculdade
Segundo o diretor acadêmico, Enzo Bello, a principal meta da atual gestão — “Reconquistar a Nacional” — é reconstruir a faculdade. Ele conta que um dossiê com todos os problemas da instituição foi entregue ao Conselho Universitário. “Outra cópia do documento foi encaminhada ao ministro da Educação, Cristovam Buarque”, avisa, acrescentando que nesta sexta-feira, dia 30, os alunos vão entregar o dossiê à parlamentares.

Os estudantes denunciam problemas administrativos e reivindicam professores mais preparados. De acordo com Enzo, já está em andamento um processo para realização de concurso público. A meta é renovar o corpo docente da instituição de ensino. “Queremos professores experientes, com doutorado de preferência”, explica.


 Acusações de racismo e extorsão - 20/5/2003
Publicado por: Fantástico - 18 de Maio de 2003

Polêmica numa das faculdades mais tradicionais do país. Um professor vai à polícia contra um aluno por tentativa de extorsão.


De um lado, o professor e desembargador Luiz Felipe Haddad. Do outro, o aluno Flávio Hélder.
A Faculdade Nacional de Direito, da UFRJ, abriu sindicância para investigar as acusações de racismo contra o professor. Racismo é crime grave, inafiançável.

Aluno e professor se desentenderam numa sala de aula. Três representantes dos alunos estavam reunidos com professores quando Flávio entrou e protestou contra o resultado da eleição para o centro acadêmico. O professor Haddad foi o presidente de honra da mesa apuradora. O aluno deu a sua versão num programa de TV:

"Numa reunião do departamento de direito de estado, eu entreguei uma carta para ele, de forma tranqüila e serena. Quando foi, para o meu espanto, que eu pedi a palavra para poder falar nesse conselho, o professor se levantou e me chamou de negro, filho da puta".

O professor confessa que xingou o aluno, mas depois de ser acusado de fraudar as eleições. "Me descontrolei, como ser humano me descontrolei, eu até poderia mentir, dizer que não, mas eu sou ser humano. Disse a ele que ele era safado, moleque e um palavrão que eu não sei se o programa me autoriza a falar. Em momento algum eu disse que ele era negro ou coisa parecida. O que mais magoa hoje é o fato dele ter posto na minha boca palavra que eu não disse e nunca diria".

Mas o que dizem as testemunhas? Com a palavra, os colegas de Flávio Hélder.

"Eu estava lá dentro e não teve nenhuma declaração ou agressão racista por parte do professor Haddad", diz Marcus Vinícius Silva.

"O aluno Flávio Hélder provocou ostensivamente o professor Haddad, inclusive proferindo algumas ofensas", conta Enzo Bello.

"O professor Haddad, em momento nenhum, usou termo pejorativo, racista, até mesmo porque se ele usasse, eu, como negra, estudante dessa faculdade, sabendo que somos minoria, teria me levantado naquele momento e nesse momento não estaria defendo o professor Haddad e sim o Flávio Hélder", declara Priscila da Silva.

Depois da briga, o professor procurou o aluno para fazer as pazes. Mas ouviu uma proposta que considerou indecente: "Ele me disse que eu tinha cometido dano moral e me pediu R$ 35 mil, pediu também que eu fizesse uma retratação pública".

O professor apresentou à Polícia Federal notícia-crime contra o aluno por tentativa de extorsão.  Preocupados com a repercussão negativa, os responsáveis pela faculdade querem evitar o assunto.

"Tenho ordens do diretor de não dar entrevistas, lamentavelmente", diz Agnelo Medeiros, coordenador de graduação da faculdade.

Mas o coordenador do curso, que assistiu a discussão entre aluno e professor, admite: "Essa acusação de racismo não procede. Eu não escutei".

Flávio Hélder aceitou ser entrevistado pelo Fantástico, só que mais tarde, desistiu. Há dias, Flávio organizou uma manifestação contra o racismo na faculdade.

"Eu espero é que o Flávio Hélder tome vergonha na cara e, principalmente, pare de usar o movimento negro. Ele tem que ser respeitado com toda a sua grandeza e não ser utilizado para se conseguir dinheiro, porque isso é um absurdo", opina Priscila dos Santos.


 Racismo: polêmica na UFRJ - 14/5/2003
Publicado por: O Dia - 14 de Maio de 2003

Briga entre professor e aluno divide opiniões na Faculdade de Direito

A denúncia de racismo feita pelo aluno da Faculdade de Direito da UFRJ Flávio Helder dividiu opiniões na universidade. Ele acusa o desembargador e professor Luiz Felipe Haddad, 58 anos, de xingá-lo de negro e filho-da-p... durante uma discussão sobre eleições para o Centro Acadêmico Cândido de Oliveira, em janeiro. Priscila da Silva Couto, 19 anos, afirma que Haddad não cometeu o crime. “Eu estava na hora da briga, e o professor em nenhum momento disse que ele era negro. O Flávio está querendo difamá-lo”, defende a estudante, que também é negra e uma das diretoras do centro.

Ontem à noite, no auditório da universidade, alunos e políticos promoveram debate sobre preconceito racial. Éverton Gomes, que disse ter presenciado a discussão e confirma a versão de Flávio, foi acusado por outros estudantes de mentir. “Ele nem sequer estava na sala. Como pôde ter ouvido essa calúnia que dizem por aí?”, questionou Priscila. “Quero que eles me provem que eu não estava lá”, rebateu Éverton.

Longe das questões políticas, o aluno Alexandre Mendonça, 26, alertou para conseqüências da denúncia de Flávio: “Ele pode ser processado por crime de calúnia caso não comprove a acusação. Acho estranho que o professor tenha feito isso. Chafi Haddad Neto, filho do desembargador, defendeu o pai, dizendo que Flávio está na UFRJ apenas para fazer política estudantil. O reitor em exercício, José Luiz Monteiro, só vai comentar o assunto após investigação interna.


 Caco faz abaixo-assinado denunciando más condições - 28/3/2003
Publicado por: Folha Dirigida - 27 de Março de 2003

Dezenas de estudantes tiraram os últimos dias para acompanhar de perto a IX Semana Jurídica, organizada pelo Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco). A sala de debates vem ficando lotada e já foi preciso até colocação de cadeiras adicionais para comportar o público no Salão Nobre da faculdade de Direito da UFRJ. Satisfeitos, os diretores do Caco aproveitam a ocasião para recolher assinaturas para entrega de um dossiê, listando os problemas da unidade, à reitoria e aos órgãos colegiados. Eles também comemoram a ampla divulgação do concurso para professores adjuntos, feita com o empenho de sua equipe.

Na última terça-feira, dia 25, o professor de Pós-graduação da Uerj Ronaldo Coutinho discursou sobre a “Reforma Urbana” para cerca de 150 alunos. Ele criticou a falta de saneamento básico e infra-estrutura em alguns lugares da cidade como a Baixada Fluminense. “As pessoas moram em casas sem água encanada, esgoto. As crianças não têm infância e os jovens não têm adolescência. Nesse tipo de sociedade é que se pretende fazer a reforma urbana”, disse.

Ao saírem da palestra, os estudantes eram convocados a participar de um abaixo-assinado que denuncia problemas na faculdade, como as faltas de laboratórios, democracia, biblioteca e bolsas de pesquisa de iniciação científica. A intenção é enviar o quanto antes aos órgãos colegiados e à reitoria.

Nesta quinta-feira, dia 27, as discussões vão girar em torno da consolidação das Leis de Trabalho - às 10 horas, com o presidente do Sindicato dos Advogados do Rio,, Wadi Damous - e “A Guerra e a Política Monetária: seus reflexos no Direito Internacional” - às 19 horas, com o diretor da Faculdade de Direito da Uerj, Celso Mello.


 Direção eleita quer reformular currículo - 12/1/2003
Publicado por: Folha Dirigida - 26 de dezembro de 2002

Aline Thomaz

Concurso para docentes, reformulação do projeto pedagógico e criação de uma pós-graduação na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ. Estas serão as metas da nova gestão do Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco), que tomou posse na última semana, após ter o processo eleitoral questionado. A chapa “Reconquistar a Nacional - uma nova FND é possível” teve 653 dos 1.141 votos válidos. Enquanto as correntes de oposição prometem não legitimar o processo devido à inserção de cédulas falsas nas urnas, que foram retiradas, a direção empossada já faz planos para 2003.


Mas para conquistar de vez todas as correntes políticas da unidade, a facção estudantil — com ex-diretores do Caco, ligados à Articulação de Esquerda do PT, PC do B e independentes — pretende realizar em março uma votação para referendar sua gestão. Dos 21 diretores, sete foram reeleitos e prometem continuar fazendo oposição à direção. Eles garantem que as tendências partidárias não vão influenciar nas decisões da entidade.



Nesta entrevista, o representante da chapa vencedora Carlos Eduardo Rangel, 21 anos, apresenta as propostas da corrente, além de avaliar o movimento estudantil, as entidades gerais, os cursos de Direito e o polêmico Exame Nacional de Cursos (Provão). Confira a entrevista:

• Como vocês avaliam o processo eleitoral que sofreu fraude de 50 votos, descobertos e retirados posteriormente na apuração dos votos?
Carlos Eduardo Rangel - Avaliamos que essa situação significa um retrocesso para o movimento estudantil de uma forma geral, pois desqualifica cada dia que ficamos na militância por votos para nossas chapas e desrespeita a vontade de participar, representada pela participação de 1.141 alunos no processo eleitoral, mas a Comissão Eleitoral, junto com o professor Haddad, foi coerente na avaliação deste problema e garantiu o processo.


• De que forma pretendem garantir a legitimidade perante as outras três concorrentes?
Carlos Eduardo Rangel - Acreditamos que a ampla diferença da nossa chapa para as demais (mais de 300 votos) mais a recomendação feita pelos alunos em plenária — realizada no dia 17 de dezembro de manhã (com a participação de mais de 50 alunos), que foi a de respeitar a decisão da Comissão Eleitoral —, já são bandeiras de legitimidade que poderíamos colocar. Mas mesmo assim, nós pretendemos realizar um referendo em março, para acabar com qualquer dúvida ou questionamento sobre nossa vitória.


• Quais são as propostas da chapa para o ano de 2003?
Carlos Eduardo Rangel - Além das propostas contidas no programa, por diretoria, temos três bandeiras que consideramos como prioritárias: lutar pela realização de concursos públicos para professores efetivos, construir um projeto acadêmico-pedagógico sério e atualizado para o nosso curso e lutar por uma pós-graduação pública, gratuita e de qualidade que fomente a pesquisa e estimule a produção jurídica.


• Mas logo de imediato, quais serão as primeiras ações da chapa?
Carlos Eduardo Rangel - De imediato é garantir as 17 vagas conquistadas para professor adjunto. Concretizar isso é um grande passo para construir uma oposição forte a esse grupo que dirige hoje nossa faculdade. Outro passo será chamar todos para a unidade na oposição à direção, inclusive companheiros das chapas adversárias, pois esta foi uma bandeira consensual em todos os programas e será importante na mobilização dos alunos.


• Estas 17 vagas foram cedidas pelo reitor Carlos Lessa através do Consuni. De que forma vocês pretendem acompanhar o processo de seleção destes docentes?
Carlos Eduardo Rangel - Acompanharemos o processo como um todo, desde a publicação até a sua realização. Usaremos de nossos contatos no meio jurídico, divulgaremos ao máximo esse concurso, daremos o sangue por isso, pois será uma conquista muito importante para que a qualidade de ensino volte para a faculdade, e para que consigamos tombar a mediocridade presente na direção, que é a vontade dos alunos da Nacional.


• O conceito B no Provão poderia ser conseqüência dos problemas de falta de docentes no curso? O que precisa ser feito para garantir um A?
Carlos Eduardo Rangel - Com certeza a falta de qualidade docente na faculdade é visível, e os professores, além de não serem qualificados, não têm o mínimo respeito com os alunos (estes sim qualificados pelo vestibular) e com a faculdade. A direção só toma atitudes que convém aos interesses pessoais de seus componentes, ou seja, mantém este quadro caótico. Para conquistar o A, seria necessária uma reformulação geral no ensino, na grade curricular e no quadro docente da faculdade.


• De acordo com a pesquisa do Provão, Direito é a segunda pior carreira em titulação de professores. Apenas 40,6% dos docentes têm mestrado ou doutorado. Como vocês analisam estes dados?
Carlos Eduardo Rangel - Nos últimos anos o curso de Direito tem sido a ponta de lança de um processo de mercantilização do ensino, tanto nas públicas como nas pagas. Essa baixa percentagem de profissionais com titulação mostra como o curso de Direito tem priorizado o mercado e deixado de lado a pesquisa e a produção jurídica-acadêmica. O reflexo disso é a nossa legislação ser arcaica até hoje e quando muda é para atender aos interesses de poucos, em detrimento dos interesses de muitos (por exemplo a extinção da CLT).


• Qual a posição da nova direção do Caco em relação ao Provão?
Carlos Eduardo Rangel - Somos contra, pois acreditamos que o Provão avalia as universidades somente no aspecto técnico, voltado apenas ao mercado, e deixa a desejar na avaliação de toda a formação humana que a universidade deve dar, de acordo com seus princípios básicos, e no aspecto crítico do ensino realizado nessas universidades. A comprovação de que esta avaliação é apenas mercadológica: nenhuma instituição reprovada foi fechada ou teve algum investimento do Governo para melhorar suas deficiências.


>i<• Como vocês se posicionarão frente à direção da unidade?
Carlos Eduardo Rangel - Nós nos posicionaremos como os 2.700 alunos esperam que o Caco se posicione: como oposição à direção da faculdade. Uma oposição que não só esperneie, mas que alavanque o processo de reconstrução e reconquista da qualidade da Nacional, com uma mobilização forte entre todos os alunos e com um projeto de faculdade que os alunos merecem, pela qualidade que têm, comprovada ao passar num vestibular concorrido e diferente das demais universidades.


• Qual é a avaliação sobre o movimento estudantil?
Carlos Eduardo Rangel - Cremos que nesse novo período que se abrirá ano que vem, o movimento estudantil não deve, inicialmente, ter uma postura somente resistente e sim uma postura propositiva, pois teremos espaço para reivindicações nesse novo governo, como já temos tido nesse início, via UNE, com a equipe de transição. A qualificação do movimento, debatendo e acumulando conhecimento na área de educação, será o grande mote para que ele volte a crescer e mobilizar de verdade.


• Como vai ser a relação do Caco com a UNE e a UEE-RJ?
Carlos Eduardo Rangel - Será uma relação de uma entidade de base com a entidade estadual ou nacional dos estudantes, ou seja, reconheceremos e legitimaremos os fóruns da UEE-RJ e UNE e lutaremos para que estes fóruns se realizem regularmente, garantindo a participação da base estudantil tanto nas entidades estaduais como nas entidades nacionais dos estudantes.


• Como será a influência das forças partidárias ligadas ao grupo de vocês na atuação do centro acadêmico?
Carlos Eduardo Rangel - As forças partidárias não terão influência na atuação do centro acadêmico, pois toda e qualquer ação é tirada em reuniões gerais e abertas amplamente convocadas, onde todo aluno tem o mesmo direito de voz e voto que qualquer diretor, independente de sua opção partidária. Estatutariamente, esta influência não é permitida no centro acadêmico. Cada diretor ou aluno tem sua discricionaridade de optar ou não em seguir uma orientação político-partidária, mas a vontade dos alunos supera qualquer particularidade para os componentes da nossa gestão.


 Comissão eleitoral decide nesta terça, dia 17, validade da eleição - 18/12/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 17 de dezembro de 2002

Terça-feira de decisão na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Às 20 horas, deste dia 17, a comissão eleitoral que comanda o processo para o Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco) decide se a eleição será validada. A votação que terminou na última quinta-feira, dia 12, teve um total de 1.192 votos em urna e 1.143 assinaturas em lista. Os 49 votos de diferença causaram polêmica entre as chapas e levaram o presidente da comissão, Henrique Sobral, a renunciar. Se a eleição for anulada, uma nova votação só deve acontecer em março do ano que vem.


De acordo com o segundo secretário da comissão, Daniel de Pinho, após a contagem dos votos será decidido se a eleição será referendada. “Se a diferença entre a primeira e a segunda chapa mais votadas for grande, vamos tentar validar a eleição, mas caso contrário não terá como e uma nova eleição só acontecerá no próximo ano”, enfatiza. Daniel afirma que algumas chapas não concordam que a eleição seja validada nestas condições, por isso será necessária uma ampla discussão.


“Tenho a consciência limpa e para preservar meu nome renunciei. Como o processo foi questionado e havia votos sem assinatura em lista, pedi a anulação da eleição, que não foi aceita”, diz Henrique. Ele admite que não havia como tomar conta das pessoas que depositavam seus votos na urna. “Era uma pessoa para pedir documento, verificá-lo, colher a assinatura do aluno, entregar a cédula e encaminhá-lo para a votação. Pode ter tido pessoas que colocaram mais de uma cédula”.


Alunos suspeitam de cédulas falsificadas
Henrique recomenda ao restante da comissão que contrate um profissional para acompanhar a apuração. “Quem colocou mais votos, agiu de má fé. Foi uma prática destrutiva. Fico muito triste com isso”, acrescenta. O segundo secretário da comissão ainda não acredita na renúncia de Henrique e solicita: “espero que esta decisão tenha sido tomada de cabeça quente”. Daniel ressalta que algumas das rubricas no verso das cédulas não aparentavam ser suas. “Quando as vi, aparentemente achei que não eram minhas. E estas cédulas estavam com votos para diferentes chapas. Por isso, quem fez isto, tinha a intenção de anular a eleição e não de fazer uma chapa vencer”.


Concorrem as chapas: “Reconquistar a Nacional , uma nova FND é possível” — ligada ao PCdoB, Articulação de Esquerda do PT e independentes —, “Unidade e Democracia - Caco de Luta!” — com o restante dos atuais diretores do Caco ligados ao PSTU, PT e independentes —, “Minerva defendendo a Nacional”, formada por independentes, e “Juntando os Cacos” — com representantes do PT, PV, PDT e independentes.


 Foi dada a largada na disputa pelo Caco - 11/12/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 10 de dezembro de 2002

Cerca de 2.700 alunos de Direito da UFRJ começam a escolher nesta terça-feira, dia 10, a nova gestão do Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco). A votação termina nesta quinta-feira, dia 12, quando começa a apuração. FOLHA DIRIGIDA convidou representantes de cada chapa para apresentar as propostas de seu grupo. Carlos Eduardo Rangel, 21 anos, falou pela “Reconquistar a Nacional, uma nova FND é possível” — composta por atuais diretores do Caco, ligados ao PCdoB, Articulação de Esquerda do PT e independentes —; a “Unidade e Democracia: Caco de Luta!” — com o restante dos atuais diretores do Caco ligados ao PSTU, PT e independentes — teve voz por Sérgio Alves, 19 anos, e Ana Paula de Assumpção, 20 anos; Leonardo Barbosa, 29 anos, falou pela “Minerva defendendo a Nacional”, formada por independentes; e quatro membros da “Juntando os Cacos” — com representantes do PT, PV, PDT e independentes — discutiram suas respostas.

“Reconquistar a Nacional, uma nova FND é possível”
DIFERENÇA - “A diferença da nossa chapa das demais é na aplicabilidade de nossas propostas, tornando acessível para todos os alunos da faculdade qual a orientação a ser seguida, colocando em prática uma mobilização consciente, entre os estudantes, de nossas bandeiras.”
PROPOSTAS - “A oposição à direção da faculdade é nossa principal bandeira, que foi estabelecida em uma convenção com ampla participação dos alunos, três metas: reconquistar a dignidade da FND formulando um projeto acadêmico-pedagógico sério e atualizado; continuar e massificar a luta pelo concurso público para professores efetivos; e batalhar por uma pós-graduação pública, gratuita e de qualidade.”
COMO EXECUTAR - “A oposição à direção deve ser feita principalmente na grande necessidade da faculdade, que é o concurso público para professores efetivos, a fim de desmantelar o grupo docente que monopoliza o quadro político da FND. Essa renovação do quadro de efetivos contribuirá para uma formulação, junto aos alunos, de um projeto acadêmico sério e atualizado. E a luta pela pós-graduação pública e de qualidade já começou, com a representação discente na Comissão de Acompanhamento do Projeto de Pós-Graduação da faculdade. O representante e o suplente eleitos para a tarefa compõem a nossa chapa.”
PROBLEMAS - “O principal problema é a administração autoritária e nepotista de Armênio Cruz, assessorado pela professora e esposa Maria da Penha. E desse problema desencadea outros, como a falta de aulas, processos seletivos de professores substitutos totalmente viciados, a não-realização regular de Congregações, irregularidades nos históricos dos alunos em geral, currículo acadêmico defasado e precariedade estrutural nas salas de aula, biblioteca, Laboratório de Informática, etc.”

“Unidade e Democracia: Caco de Luta!”
DIFERENÇA - “Em primeiro lugar, prezamos a renovação, na maioria absoluta somos dos primeiros períodos da faculdade. Em segundo lugar, nossa chapa é a única que defende o “Fora Armênio e Maria da Penha” e a realização de eleições para diretor da FND Já! As outras chapas ou defendem a realização de acordos de gabinete com Armênio ou dizem que são oposição mas que não dá para tirar o Armênio agora. Estas políticas são imobilistas e vão levar à derrota dos estudantes.”
PROPOSTAS - “Principal proposta é cobrar e assegurar um concurso público para, pelo menos, 20 professores adjuntos prometidos em campanha pelo reitor e garantir a realizaçãode concurso para quatro vagas de assistente, que já foi autorizado mas aguarda a nomeação de uma banca pelo interventor Armênio. Queremos eleições para diretor, a convocação da Congregação e a realização imediata de seminários e simpósios para reformular nosso currículo e atualizar o conteúdo programático das disciplinas.”
COMO EXECUTAR - “Para concretizar as propostas é preciso realizar uma grande campanha de mobilização dos alunos para atuarmos junto aos órgãos colegiados da UFRJ e cobrarmos as promessas da reitoria e do novo Governo Federal. Vamos elaborar uma pauta de reivindicações e organizar uma caravana da FND rumo ao MEC para exigir eleições na FND, verbas para reformas estruturais e para a biblioteca e concursos públicos para professores e funcionários.”
PROBLEMAS - “A falta de professores é o maior problema hoje. Isso se resolve com a realização de concursos públicos. Mas precisamos de mais verbas públicas, pois temos que resolver o problema da biblioteca que está com o seu acervo muito defasado e desatualizado, do Laboratório de Informática, que tem poucas e velhas máquinas, do Escritório Modelo, que não tem computadores e funciona mal e para garantir mais bolsas de pesquisa.”

“Minerva Defendendo a Nacional”
DIFERENÇA - “Somos uma chapa sem vinculação a partidos políticos. Nossa bandeira é a defesa do estudante, independentemente de correntes políticas ou ideologias partidárias. Acreditamos que este fator nos dá maior liberdade de ação do que as demais chapas, pois não ficamos vinculados a seguir diretrizes partidarizadas.”
PROPOSTAS - “Acreditamos que a maior preocupação do alunado seja a melhoria da qualidade acadêmica da FND, sendo assim nossa principal meta é debater questões que visem a melhoria imediata da qualidade das aulas: reforma curricular; concurso para professores; reabertura do mestrado etc. Porém, sem deixar de desenvolver atividades que demonstrem a importância da universidade pública e elevem o nome da FND: Caco na Praça, melhoria do atendimento no escritório modelo, entre outras.”
COMO EXECUTAR - “Cremos que esta seja a maior diferença entre as chapas. Acreditamos que o diálogo com todas as instâncias deliberativas da FND e da UFRJ, com o auxílio de pessoas e entidades reconhecidas de nossa sociedade, é o caminho para a conquista de nossas reivindicações. Desta forma pretendemos manter contato, principalmente, com ex-alunos que hoje ocupam posições de destaque na área jurídica e que, portanto, possuem o poder necessário para nos ajudar a elevar nossa qualidade de ensino.”
PROBLEMAS - “O maior problema é a falta de professores. A quantidade é insuficiente para cobrir a necessidade de 2.700 alunos. É emergencial a realização de concursos sérios e idôneos para um número expressivo de vagas. O reitor Lessa prometeu que liberaria cerca de 13 vagas para concurso de professores efetivos o mais rapidamente possível. Não resolve o problema, mas com certeza melhora significativamente a atual situação da FND.”

“Juntando os Cacos”
DIFERENÇA - “Primeira diferença, não fizemos parte desta combalida gestão. Somos um grupo de alunos que na maioria é representante de turma. Achamos que o Caco deve ser um instrumento político de luta dos alunos e não de partidos, como vem ocorrendo. Somos uma oposição crítica e construtiva à direção da faculdade, que respeitará as instâncias administrativas da UFRJ. Levaremos os problemas ao decano do CCJE, à reitoria e aos órgãos colegiados e ao Ministério Público Federal se for preciso. É mais correto isto do que panfletar sobre as mazelas da FND na porta do Fórum.”
PROPOSTAS - “ É fundamental a luta pela ampliação do número de vagas para efetivos, que inclusive o reitor, que ajudamos a eleger enquanto os demais pregavam o voto nulo, já manifestou o interesse de alocar 13 das 17 vagas que a UFRJ tem hoje. Queremos concurso para substitutos e tentaremos fazer convênios através da FUJB com a Escola Superior de Advocacia, Fundação Escolado Ministério Público a fim de desenvolver projetos. Outra proposta é a sonorização das salas de aula que ainda não foi feito.”
COMO EXECUTAR - “Com a participação de todos os alunos em uma gestão ampla e democrática, onde sugestões serão bem-vindas, de forma que o Caco se comprometa exclusivamente com os estudantes. Hoje na UFRJ somos o grupo com o maior peso político, pois elegemos o reitor e temos representatividade no Conselho de Centro do CCJE, Conselho de Ensino e Graduação e no Conselho Universitário.”
PROBLEMAS - “Há mais de um ano os problemas são os mesmos. Nada mudou! A Congregação não se reúne, as chefias de departamento continuam biônicas, o quadro de professores é caótico, devido ao grande número de substitutos, e alguns de baixa qualidade acadêmica e sem compromisso com a faculdade, o atendimento no Escritório Modelo é escasso, o acervo da biblioteca é vergonhoso, o horário do laboratório de informática não atende a todos, falta água e papel higiênico nos banheiros. Diante desse quadro caótico ficou claro o descaso e a incompetência, tanto do Caco quanto da direção na busca de uma solução. Por tudo isso, montamos uma chapa que se compromete a juntar os cacos e reconstruir a FND.”


 Chapas iniciam discussão sobre o curso de Direito da UFRJ - 8/12/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 05 de dezembro de 2002

O primeiro debate entre as quatro chapas que disputam o Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco) foi marcado por acusações à atual gestão, à fragmentação da mesma em duas chapas e por alguns ataques pessoais. Com uma hora e meia de atraso, o encontro da manhã da última terça-feira, dia 3, reuniu cerca de 100 alunos, sendo a maioria os próprios representantes das correntes. Todos fizeram questão de deixar clara sua posição em relação à direção. A votação no curso de Direito UFRJ acontece nos dias 10, 11 e 12.


Puxando o “Fora Armênio”, diretor da unidade, a chapa “Unidade e Democracia: Caco de luta” — com parte dos atuais diretores do Caco ligados ao PSTU, PT e independentes — foi a primeira a expor seus objetivos. “Nosso carro chefe é realizar um ato na reitoria pedindo o concurso para professores e novas eleições para a direção da faculdade. Se não funcionar, levaremos nossas reivindicações ao novo ministro da Educação”, disse Rafael Jatahy.

Já Everton Gomes, da “Juntando os Cacos” — com representantes do PT, PV, PDT e independentes —, usou parte do tempo de apresentação para atacar a “Ruptura 2”, atual gestão do Caco. “Muitos são pseudocomunistas e acham que vão fazer revolução dentro de sala de aula. Na prática eles não falam a linguagem do aluno, prezam interesses partidários. Isto tem de ficar do lado de fora da faculdade. Vamos levantar a bandeira do estudante realizando festas e simpósios”, ressaltou.

Priorizando também a “bandeira estudantil”, Leonardo Barbosa, da “Minerva defendendo a Nacional”, formada por independentes, afirmou que ali não era local para se discutir se a direção era boa ou não e sim dialogar com ela. “Podemos fazer denúncias no Ministério Público, mas não falar que a direção é uma porcaria. O Caco deve representar os alunos. Temos questões mais emergenciais. Há falta de giz, carteira, professor dando aula. Temos de instituir novamente o atendimento jurídico gratuito”, enfatizou.

Por último, veio a “Reconquistar a Nacional - uma nova FND é possível”, com o restante dos atuais diretores do Caco, ligados ao PCdoB, Articulação de Esquerda do PT e independentes. “Escutamos os alunos para tirar nossas reivindicações. Somos oposição à direção e a toda panelinha que está com ela. Queremos concurso, um novo projeto pedagógico para o currículo, além de continuar o trabalho da comissão para a criação do curso de pós-graduação”, ressaltou Maíra Fernandes. O próximo debate acontece na segunda-feira, dia 9, nos turnos da manhã e noite. (Aline Thomaz)


 Debate entre as quatro chapas nesta terça em três horários - 4/12/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 03 de dezembro de 2002

Aline Thomaz

Começa nesta terça-feira, dia 3, a série de debates entre as quatro chapas que disputam o Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco) da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os encontros acontecem em três horários — às 9 horas, às 14 horas e às 19 horas — para que possam abranger todos os alunos. As eleições ocorrem nos dias 10, 11 e 12. A posse será logo após a apuração que começa no último dia de votação. A nova gestão fica até o final de 2003.

Estão concorrendo as 21 vagas do CA as chapas: “Juntando os Cacos”, com membros do DCE, PDT e independentes; “Reconquistar a Nacional - uma nova FND é possível”, com parte dos atuais diretores do Caco, ligados ao PCdoB, Articulação de Esquerda do PT e independentes; “Unidade e Democracia - Caco de luta”, com o restante dos diretores desta gestão pertencentes ao PSTU e à Refazendo do PT; e “Minerva defendendo a Nacional” — chapa que na última eleição retirou a candidatura antes da votação.

De acordo com o presidente da Comissão Eleitoral Henrique Sobral, no primeiro bloco do debate, as chapas terão seis minutos para responder três perguntas: por que fará uma pergunta a duas concorrentes. Já na terceira fase, os alunos poderão tirar suas dúvidas com os representantes das facções. O último bloco será voltado para cada corrente fazer sua consideração final em três minutos. O outro encontro entre as quatro concorrentes será na próxima segunda-feira, dia 9.

Atolada em problemas como a falta de professores e de livros atualizados na biblioteca, a administração da unidade é o alvo das chapas. Enquanto a “Unidade e Democracia...” defende o “Fora Armênio”, diretor da faculdade, as “Reconquistar a Nacional...” e a “Juntando os Cacos” farão oposição moderada. Já a “Minerva defendendo a Nacional” pretende estabelecer o diálogo com a direção.

Corered adiado devido às eleições nos CAs
O Conselho Regional das Entidades Representativas dos Estudantes de Direito (Corered) que era para ter acontecido no dia 23, deve ocorrer apenas no dia 21 de dezembro. Os centros acadêmicos envolvidos no encontro decidiram transferi-lo já que muitas entidades estão em processo de eleição. Mas segundo os alunos, esta data também pode ser mudada. No fórum, será eleita a diretoria provisória do Conselho Regional das Entidades de Direito (Cored).


 Chapas propõem soluções para reivindicações estudantis - 30/11/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 28 de novembro de 2002

Aline Thomaz

Ainda faltam 13 dias para as eleições do Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco), mas já é hora de se discutir como solucionar a série de problemas relatados pelos alunos de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O três primeiros duelos entre as quatro chapas concorrentes estão marcados para esta terça-feira, dia 3, nos horários da manhã, tarde e noite. Antes disso, FOLHA DIRIGIDA perguntou aos representantes de cada corrente de que forma é possível solucionar a defasagem nos livros da biblioteca, a falta de professores e problemas com os substitutos e a desatualização do laboratório de informática.

Os três pontos foram levantados, entre outros, pelos próprios estudantes em reuniões realizadas pelo Caco junto a cada uma das 22 turmas da faculdade. De acordo com Renato Ludwig, da “Juntando os Cacos” — ligada a membros do DCE, PDT e independentes —, a saída seria buscar o auxílio de empresas privadas para modernizar a biblioteca e o laboratório. “Se ela doasse verbas ou livros à universidade seria enquadrada na lei de incentivo à cultura, tendo abatimentos em impostos”, diz.

Quanto aos professores, Renato afirma que a Fundação José Bonifácio, que já trabalha com a UFRJ, poderia fazer convênios com a escola superior de advocacia e contratar docentes gabaritados. “Assim resolveríamos o problema emergencial, mas continuaríamos lutando por concursos”.

Correntes divergem quanto apoio à direção
Já Rafael Jatahi, da “Unidade e Democracia - Caco de luta” — que tem diretores da atual gestão pertencentes ao PSTU e à “Refazendo”, do PT, — defende cobrar da direção a compra urgente de livros e computadores com internet. “É dever do governo dar verbas para a faculdade. Não pode ser empresa privada, pois sempre há interesses por trás”. A chapa que tem como mote o “Fora Armênio”, diretor da unidade, também ressalta que é necessário que os substitutos antes passem por uma aula prática para ganhar a aprovação dos alunos. “Vamos também cobrar pelo concurso”.

Segundo Enzo Bello, a chapa “Reconquistar a Nacional - uma nova FND é possível”, que também possui parte dos atuais diretores do Caco — ligados ao PCdoB, “Articulação de Esquerda”, do PT, e independentes —, também vai pressionar a direção para garantir os anseios estudantis. “Nesta gestão usamos parte do orçamento do Caco para comprar livros, mas isto é dever da administração da faculdade”, ressalta. Em relação aos docentes, Enzo diz que será implementado uma avaliação dos professores. “Os alunos iriam anotar a freqüência e qualidade da aula. Depois o balanço seria entregue à direção junto ao pedido de providências”.

Contrário ao radicalismo, o membro da “Minerva defendendo a Nacional” Édson Luiz aponta a diplomacia com a direção como fator essencial para obter resultados. Segundo Édson, o grupo defende o apoio de entidades na doação de livros para a instituição. “Faríamos a campanha da doação. Para reestrutrar a sala seria necessário fechar convênios com empresas”.
Édson enfatiza que para garantir a boa conduta dos temporários é preciso que a Congregação, órgão máximo de deliberação da unidade, seja convocado com freqüência. “A Congregação controlaria os professores e o Caco auxiliaria”. Outros dois debates estão marcados para o dia 9. A votação acontece nos dias 10, 11 e 12.


 Conquistando Corações e Mentes - 30/11/2002
Publicado por: Espaço Real Universitário

Jornais editados por CAs pretendem "abrir cabeças" e mostrar aos estudantes que o mundo não se restringe à universidade

Por Cristiana Andrade


Mesmo com tanta tecnologia nos dias atuais - internet, CD, videoconferências online etc - o jornal estudantil impresso, tradicional veículo de informação e protestos, permanece vivo. E não apenas entre os estudantes de jornalismo. Os centros acadêmicos das faculdades de direito, filosofia, psicologia, história e letras e outras também têm o seu.

Em Maringá, norte do Paraná, três amigos - Leonardo Pereira da Silva Filho, Pedro Senandes e Reinaldo César da Silva - do curso de comunicação, tiveram a idéia de criar um jornalzinho durante a 3.ª Semana de Comunicação, evento promovido anualmente pela instituição.

"Sentíamos necessidade de uma publicação crítica e, por que não, parcial? O nosso jornalzinho, o Boca Livre, não nasceu como um jornal virtual. Ele é impresso e distribuído no nosso bloco da faculdade. Infelizmente é só no nosso bloco, já que a impressão é bancada quase totalmente por nós (70%)", conta Leonardo.

Os estudantes, que estão no segundo ano do Centro Universitário de Maringá (Cesumar), dizem que o objetivo do jornal é desenvolver nos leitores uma "mentalidade mais crítica" sobre os mais diversos assuntos.

"Também é uma forma de exercitarmos a escrita, de o estudante expressar suas idéias, suas críticas e seu ponto de vista", lista Leonardo.

CA virtual

Na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (Caco), um dos mais antigos do país, tem três publicações permanentes: a revista Crítica, o jornal A Reforma e o Portal (da internet) do Caco.

A revista publica basicamente artigos de juristas reconhecidos e de alunos da faculdade, além de entrevistas com ex-alunos hoje em posição de destaque no cenário nacional.

Já o jornal aborda temas internos da faculdade, como os problemas comuns de estudantes com professores e os atos da direção considerados pelos primeiros como "anti-democráticos". Veicula também a produção escrita dos alunos, como artigos, poemas e resenhas.

O Portal do Caco, em suas seções jornalísticas, informa os alunos sobre as últimas notícias da instituição, de eventos políticos e jurídicos relevantes. Veicula ainda artigos e informações gerais sobre a faculdade e o CA e ainda estimula a interatividade, com enquetes, fórum e bate-papo.

Mundo

Segundo Eduardo Luiz, estudante e um dos responsáveis pelo departamento de imprensa do Caco, a linha editorial das publicações é crítica, e expõe a opinião dos alunos tanto sobre o que o acontece dentro da faculdade e da universidade, como no Rio, no Brasil e no mundo.

"Destacamos que esse é o principal papel a ser desempenhado pelos centros acadêmicos, como órgãos representativos dos alunos. A tiragem do jornal e da revista geralmente ultrapassam os três mil exemplares - eles contam com o patrocínio de editoras jurídicas. Já o portal é mantido com recursos do próprio CA", revela.

As publicações são distribuídas fora dos muros da universidade. "A revista, por exemplo, é enviada a diversos órgãos do Poder Judiciário, ao Ministério Público, a escritórios de advocacia. O jornal é de distribuição interna, para os alunos e funcionários da faculdade", conta Eduardo.

Os estudantes envolvidos dizem não ter dúvidas de que essas publicações são espaços para o exercício da cidadania e, no caso do portal, a internet surge como um instrumento para estimular mais a participação e envolver um número maior de estudantes.

"Caverna Mineira"

Em Ouro Preto, Minas Gerais, o estudante Caetano Trindade, de 26 anos, aluno do curso de pós-graduação em filosofia da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), e o colega Adailton Moreira transformaram o sonho de produzir um informativo cultural de caráter acadêmico em realidade.

O jornal Caverna Mineira surgiu de uma conversa com colegas na faculdade e hoje já está em sua quarta edição - com tiragem de cinco mil exemplares. "Os assuntos gerais do jornal são de poesia, educação, ecologia, filosofia e religião", conta Caetano.

A publicação é impressa com a ajuda de colaboradores - pessoas que escrevem espontaneamente para a publicação. O sucesso tem sido grande, a ponto de os organizadores criarem uma associação, que promove encontros entre estudantes, poetas e professores para debater assuntos culturais.

Espaço Real Universitário


 Sobram reclamações no Direito da UFRJ - 24/11/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 21 de novembro de 2002

"Sou aluna da Faculdade de Direito da UFRJ e venho expressar o meu descontentamento, frustração e indignação com tal instituição em muitos aspectos. A maioria dos professores são substitutos e sequer vão às aulas. As notas demoram semestres para ‘surgir’ nos históricos, que só saem em torno de oito meses. Ainda há má vontade e péssimo atendimento dos funcionários. Além da ausência de notas cursadas nos semestres iniciais e perdas de provas. Nem o site da instituição funciona... enfim, uma piada! É lamentável ter estudado tanto para ingressar em tal instituição e ver sua estrutura falindo ano após ano."

Este detalhado relato chegou à FOLHA DIRIGIDA através de um e-mail de uma aluna que preferiu não se identificar. De posse do depoimento, nossa equipe se dirigiu à unidade para verificar os problemas contados pela desiludida estudante. Chegando à instituição, por volta das 10h45, a primeira confirmação de que algo errado acontece: os alunos do terceiro e quinto períodos estavam sem aulas.

Vários estudantes confirmaram o e-mail e acrescentaram uma série de outras dificuldades. Surpresos, ouvimos até mesmo um funcionário nos cochichar que a demora na inclusão de notas acontece com freqüência. Em reunião, o diretor ficou de explicar mais tarde o quadro de abandono - o que não fez ao longo de duas semanas e meia. Apenas a chefe da Secretaria Acadêmica, Carmem Lúcia Lameiro, e o coordenador de graduação, Agnelo Maia Borges, se puseram à disposição para explicar os fatos.

Caça aos professores fantasmas da faculdade
"Teve uma disciplina que a professora nunca aparecia. No fim, surgiu, pediu um trabalho e aprovou todo mundo", revela Rafaela Barino, 21 anos, do quinto período. Ela ainda acrescenta que é necessário anotar os telefones dos professores para saber se eles vão dar aula. "A direção controla a falta dos docentes aula por aula, mas não temos muitas ausências não", responde Carmem Lúcia.

Questionados sobre qual é o horário do curso, a resposta dos alunos veio em tom de brincadeira: "Teoricamente ou na prática?", disse Ana Carolina Dutra, 21 anos, do quinto período. Rafaela endossa afirmando que os alunos já invadiram a sala da direção para solicitar um professor para uma disciplina. "Éramos uns 120 estudantes e ele disse que não tinha como nos ajudar".

Em uma festa realizada no final do mês passado, o Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco) vendeu uma blusa com dizeres que ironizavam a situação: "Professor fantasma não". "Foi uma maneira de chamarmos a atenção para o fato", enfatiza Carlos Eduardo Rangel, do Caco. Ele acrescenta que uma de suas notas sumiu do histórico, o que lhe impediu de se inscrever em outras disciplinas. "Pode ter acontecido com um ou com outro, já que o sistema da universidade mudou, mas já começamos a acertar tudo", diz Carmem Lúcia.

Aluna troca UFRJ por Uerj
Em relação às matérias eletivas, os alunos são ainda mais dramáticos: "Só o nome é eletiva, mas ninguém pode escolher, pois sempre há apenas uma", conta Marcos Fernandes, 19 anos, do terceiro período. O coordenador de graduação do curso, Agnelo Maia Borges, justifica que não há professores suficientes para ministrar várias eletivas. "Temos carência de docentes. Os substitutos ganham pouco, cerca de R$500, e quatro pediram demissão antes do término do ano letivo". Agnelo ressalta que desconhece as dificuldades relatadas pelos alunos e que nunca recebeu nenhuma reclamação oficial deles, nem do Caco.

"O Direito da UFRJ vive de status, só tem nome. Ele só é bom porque seleciona os melhores alunos no vestibular", sentencia Rafael Kullmann, 20 anos, 5º período. Mas já que a lista de insatisfações é grande, por que não mudar de faculdade? "Apesar de tudo, ficamos aqui devido ao nome que a instituição tem no mercado", conclui Rafael.

No entanto, nem todo mundo pensa assim. A estudante Michelle Taranto, 21 anos, preferiu enfrentar novamente o terror do vestibular a ter de continuar convivendo com todos os problemas do curso da UFRJ. "Tive de começar de novo do primeiro período, mas foi melhor. Lá na UFRJ a escolha dos docentes era feita apenas pelo currículo, não havia um processo transparente", explica a aluna hoje de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).


 Estudantes de Direito se reúnem neste sábado - 24/11/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 21 de novembro de 2002

Os líderes estudantis de Direito do Estado do Rio de Janeiro já têm um novo encontro deliberativo marcado. A reunião acontece neste sábado, dia 23, quando os universitários promovem o Conselho Regional das Entidades Representativas dos Estudantes de Direito (Corered) no Centro Acadêmico de Direito da Uerj. Depois do adiamento da última edição do conselho — marcada para outubro —, os alunos não querem mais perder tempo.

No encontro, a pauta principal dos representantes é a escolha de uma diretoria provisória para a Coordenação Regional dos Estudantes de Direito (Cored). Segundo Maíra Fernandes, do CA da UFRJ, a definição desta direção é necessária para que se organize o Encontro Regional dos Estudantes de Direito (Ered), previsto para abril ou maio de 2003. Integrante do CA da Uerj, Alexandre Magno relata que as entidades que costumam comparecer ao conselho — e que são novamente esperadas — são os CAs da Uerj, da UFRJ, da UniRio, da UFF e da PUC


 Caco inscreve chapas para segunda eleição do ano - 20/11/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 19 de novembro de 2002

Pela segunda vez no mesmo ano, os alunos de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) poderão escolher seus representantes para o Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco). A situação inusitada foi causada pela greve de 2001. A última votação aconteceu em março deste ano, mas com o compromisso de que em dezembro haveria outra para regularizar os períodos de gestão. Na época, a concorrente “Ruptura” foi eleita e a “Refazendo o Caco” retirou a candidatura.


O prazo para inscrição de chapas termina nesta quinta-feira, dia 21. A eleição acontece nos dias 10, 11 e 12 de dezembro. A atual gestão ainda não sabe se concorrerá a terceira reeleição. A posse será concomitante à divulgação do resultado e a nova direção terá mandato por um ano.


Quem quiser montar chapa terá de se unir em um grupo de, no mínimo, 21 estudantes. Todos têm que apresentar cópias da identidade, plano de estudos do curso e declaração de que é aluno. O Caco é formado por sete diretorias e não há presidente. Até o fechamento desta edição, nenhuma chapa havia se inscrito. “Há pelo menos dois grupos se mobilizando para a inscrição. Eles devem estar esperando algum documento ou resolução para se inscrever”, afirma o presidente da Comissão Eleitoral, Henrique Sobral.


Saboreando os últimos dias de gestão, a atual diretoria comemora a vitória no Conselho de Ensino para Pós-graduandos (Cepeg), que criou uma comissão para elaborar diretrizes do curso de mestrado na instituição. A escolha do estudante que vai compor a comissão acontece no dia 25. Haverá plenária estudantil às 10 horas e às 19 horas.


O Caco tem 86 anos e recebeu este nome em homenagem ao seu primeiro patrono, o Conselheiro Cândido Luiz Maria de Oliveira. Em 1956, participou da luta para criação da Cidade Universitária. Já na ditadura, sua sede foi quase incendiada, a diretoria destituída e os representantes do movimento expulsos. Só voltou à legalidade em 1978.


 Caco: orçamento será usado para comprar livros - 20/11/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 31 de outubro de 2002

Se você tivesse de solicitar alguma melhoria para seu curso, qual seria seu pedido? Livros. Esta foi a resposta que a maioria dos alunos de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) deu ao Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (Caco), que disponibilizou parte de seu orçamento para atender às reivindicações estudantis. Realizada na semana passada, a votação reuniu 486 alunos, sendo que 54,11% optaram pela compra de obras para a biblioteca da instituição. Os outros dois pedidos mais votados foram: a instalação de Internet no laboratório do Caco, com 39,71%, e a realização de mais simpósios, com 38,27%.


“Realmente os livros da biblioteca estão desatualizados e em Direito, livro é muito caro”, analisa Bernardo Britto, do Caco. Ele afirma que a organização de simpósios pode ficar comprometida devido às outras duas propostas aprovadas. Na votação, os alunos podiam escolher três dos 13 itens apresentados pela entidade. As opções iam desde a compra de ar condicionado, bebedouro, fax, TV e vídeo até melhorias estruturais como a arrumação dos banheiros.


 Caco continua luta por concurso para professores - 20/11/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 08 de outubro de 2002

A novela do concurso de docentes para a Faculdade Nacional de Direito da UFRJ continua sem solução e ainda parece longe do fim. Mesmo assim, o Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (Caco) se mantém firme em suas reivindicações. Desde junho, estudantes cobram a realização de concurso para quatro vagas de professor adjunto liberadas em edital no início do ano. Eles acusam a direção de “empurrar o processo com a barriga” e flexibilizar as regras, aceitando professores assistentes.


Segundo Marcos Giraldes, diretor do Caco, a entidade chegou a ser contra a troca, mas acabou tolerando a mudança. A esperança de ver os docentes contratados, no entanto, foi em vão. Apesar do concurso ter sido divulgado, a faculdade não sabe informar o número de inscritos. “Passados meses da inscrição e os candidatos nem ao menos foram contados?”, indaga Marcos. Ele ainda afirma indignado que a direção pensa em diminuir as exigências e chamar professores auxiliares. “O que eles querem é promover substitutos a efetivos e manter o círculo vicioso deste grupelho no poder”, denuncia.


 Caco lança site para driblar censura interna - 20/11/2002
Publicado por: Folha Dirigida - 03 de outubro de 2002

Para driblar o que chamam de censura interna, os estudantes ligados ao Centro Acadêmico Candido de Oliveira (Caco) da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lançaram na última semana sua página na internet (www.cacofnd.org). O lançamento aconteceu durante a 8ª Semana Jurídica, evento de recepção aos calouros. No endereço eletrônico, o internauta fica por dentro de tudo o que está acontecendo na faculdade, além de poder bater-papo e deixar seu recado no mural de avisos.


“Agora temos um espaço aberto para nos manifestarmos porque na faculdade somos censurados. Temos que pedir autorização do coordenador do curso para pregarmos qualquer coisa no mural”, enfatiza o diretor do Caco Enzo Bello. De acordo com ele, todos os estudantes da faculdade podem contribuir com textos e artigos para o site. A página conta a história do Caco e da faculdade e traz ainda fotos antigas da sede no Campo de Santana. Atualmente, todos são convidados a responder a enquete: “O que você acha da atual gestão do Caco?”.


 Jornal do Commercio destaca 'Ensino jurídico em crise na UFRJ' - 18/11/2002
Publicado por: Departamento de Imprensa

Na edição conjunta de 28 e 29 de julho de 2002 (domingo e segunda-feira) do Jornal do Commercio foi publicada reportagem sobre a atual situação da Faculdade Nacional de Direito. A matéria, de José Pinheiro Junior, da seção Direito e Justiça, trata dos problemas políticos da faculdade - incluindo a última controversa eleição para diretor e os concursos para professores substitutos com critérios obscuros - como a má qualidade das aulas, carência de docentes e deterioração do espaço físico.
Esta matéria ainda conta com depoimentos do reitor Carlos Lessa, do coordenador da graduação Prof. Agnelo Maia, do Prof. José Ribas Vieira, dos diretores do CACO Maíra Fernandes e Marcus Vinícius Silva, bem como dos ex-alunos da FND Ministro Marco Aurélio Mello, presidente do Supremo Tribunal Federal, e desembargador Marcus Faver, presidente do Tribunal de Justiça do Rio.
Clique aqui para baixar a matéria em formato PDF*

*Para a visualização é necessário ter instalado o plug-in gratuito do Adobe Acrobat Reader.


Primeira Página | Página Anterior | Próxima Página | Última Página

Created by leenas.net newsView

Saltar para o menu de seções do Portal
CACO PARTICIPA

FOTOS !!!
* Festa de Natal *
com as crianças do
Hospital Universitário da UFRJ

CACOnauta

Os alunos da Nacional podem tirar suas dúvidas, mandar críticas, elogios, sugestões.
caconauta@gmail.com

*** CACOnauta Para os Calouros 2009 ***
Os calouros de 2009 podem tirar todas as suas dúvidas pelo mesmo e-mail
caconauta@gmail.com


Na FND em breve acontecerão eleições para Diretor da faculdade. Qual deve ser a principal tarefa do novo diretor eleito?
Lutar por mais concursos públicos para professores na FND
Lutar pela moralidade acadêmica, combatendo professores e funcionários fantasmas
Fortalecer a pós-graduação da FND
Lutar por mais assistencia estudantil (bolsas de monitoria, pesquisa, alojamento, etc.)
Renovar o currículo finalizando o PPP

 
Calourada 2008.2!

VEJA AS FOTOS
DA CALOURADA
2008/2

Aprovado por TAW  - Acessibilidade para portadores de necessidades especiais
Informação livre. Permitida reprodução dos conteúdos exclusivos desde que citada a fonte
CACO - Centro Acadêmico Cândido de Oliveira - Fundado em 29 de Maio de 1916
Faculdade Nacional de Direito - UFRJ - Largo do CACO nº 2 - Centro - Rio de Janeiro
Navegue por aqui