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História
Escrito por Administrator   
Sáb, 08 de Maio de 2010 18:55

 .: História do CACO:

 

Desde seu surgimento, em 1916, o Centro Acadêmico Cândido de Oliveira, que os estudantes carinhosamente chamam CACO, esteve envolvido em movimentos políticos em prol do Direito e dos princípios democráticos em que se apóiam os alunos da Faculdade Nacional de Direito, hoje Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

           

Chácara do Palácio do Conde dos Arcos         Juramento da Princesa Isabel (1860)

 

O CACO surgiu como "Grêmio Jurídico Litterario" em 29 de Maio de 1916, em assembléia da antiga Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro, elegendo o Conselheiro Cândido Luiz Maria de Oliveira, seu patrono.



De 1920 a 1937, o Grêmio manteve a designação que hoje utiliza. Em 5 de Julho de 37, foi alterada para Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Direito – DAFND, cuja função era a representação do corpo discente. Assim, houve uma separação funcional entre o órgão estudantil – DAFND – e o órgão cultural – o Centro Acadêmico.



Apenas em 43 se deu a junção do Centro Acadêmico e do Diretório, cabendo, então, a este órgão todas as funções que realiza atualmente. Atribuições como a de representar os estudantes, promover cultura e apresentar posicionamento político condizente aos interesses estudantis.

 

                                                                                                      

Palácio dos Arcos                                   Senado Federal

 

.: Contribuições Importantes do CACO para a História:

 

Ainda em 43, respeitando e seguindo seus princípios políticos, o CACO exerceu importante papel no incentivo ao ingresso do Brasil na 2ª Guerra Mundial. Em 1945 luta pela redemocratização do Brasil; em 56 foi de suma importância para a criação do campus universitário da então Universidade do Brasil.

 

  

Faculdade Nacional de Direito                    Faculdade Nacional de Direito hoje

 

 

Em 1961, brigou pela legalização do Governo João Goulart. A Faculdade foi cercada por forças militares, na noite de 1º de Abril de 64, por ter apresentado resistência ao Golpe que depôs João Goulart. A FND foi poupada de um incêndio apenas pela intervenção do então Capitão dos "Dragões da Independência", o Sr. Ivan Cavalcanti Proença, expulso, preso e perseguido durante todo o período ditatorial brasileiro que se instaurara.

 


A diretoria do CACO foi arbitrariamente destituída, detida e processada. O Centro Acadêmico foi, por fim, fechado em 1969 pelo Diretor da Faculdade. Concomitantemente foram expulsos alguns militantes estudantis e o então presidente do CACO, o Sr. Wladimir Palmeira.

 

 

Nos dias 29 e 30 de Agosto de 1978, o Conselho dos Representantes de Turma realiza eleição para o Centro Acadêmico, reabrindo legalmente este órgão que há tantos anos vem se dedicando à luta pela justiça e pela democracia.

 

 

 

Clique aqui e leia o Livro Histórico de 90 anos do CACO.

 


.: Por que fazer do Conselheiro Cândido Luiz Maria de Oliveira o patrono de nosso Centro Acadêmico?

 

Cândido de Oliveira foi um grande e respeitável autor de obras jurídicas, que integrou, graças ao seu profundo conhecimento jurídico, a Comissão Organizadora dos Códigos Civil e Criminal, além de ter participado da Comissão Internacional de Jurisconsultos.



Nascido em 1845, formou-se bacharel em Direito aos 20 anos, pela Faculdade de Direito de São Paulo, tendo se destacado como orador e líder estudantil. Nesta Faculdade, editou o jornal "7 de Setembro", colaborando com artigos, poemas e monografias.



Em Minas, foi nomeado Procurador Fiscal Interino, Procurador Público da Comarca e exerceu a função de Juiz Municipal.



Em 1871, elegeu-se Vereador e Vice-presidente da Câmara Municipal. Também se elegeu Deputado Provincial por quatorze vezes e Deputado Geral nas legislaturas de 1878 e 1886.



Em 1886 foi nomeado Senador Vitalício, cargo em que urgenciou a tramitação do projeto da lei abolicionista, apresentando-o, sob forma de lei, à Princesa Regente Isabel, em 13 de Maio de 1888.



Cândido de Oliveira fez parte, também, do Governo Imperial como Ministro e Secretário dos Negócios da Guerra e, posteriormente, da Justiça.

Em 1889, foi militarmente deposto, detido e exilado, retornando ao Rio de Janeiro apenas em 1891, quando abre banca de advogado.


A partir de 1896, atuou na imprensa em oposição ao Governo Federal, vindo a se refugiar na clandestinidade.



Em 1900, dá aulas como Professor Catedrático de Legislação Comparada na Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro, onde, paralelamente, se doutorou, em 1901.



Foi eleito, em 1913, Diretor Interino da Faculdade, cumprindo os biênios de 1915, 1917 e 1919, vindo a falecer antes do fim de seu último mandato.



Para patrono de um Centro Acadêmico da envergadura do CACO, que por vezes lutou contra a opressão e o desrespeito à cidadania e à democracia, não se poderia escolher outro senão o proficiente jurista Cândido de Oliveira, que dedicou sua vida e existência à justiça e ao Direito.

 

Notícias e entrevistas sobre o CACO:

Vladimir Palmeira para Memória do Movimento Estudantil

 

Fotos e recortes históricos do CACO:






Curiosidades históricas da Rua Moncorvo Filho, do prédio da FND e do Largo do CACO:

Rua Moncorvo Filho:

Localização: Começa no atual Largo do C.A.C.O., Praça da República e termina na Rua Frei Caneca, no Centro.

 

História: Antiga Rua das Boas Pernas, porque desafiava quem tentasse atravessar o areal nela existente. Depois chamada Rua do Areal, é tornada, em 1984, Rua barão de Paranapiacaba, título de nobreza do Conselheiro João Cardoso de Menezes, co-tradutor de obras poéticas clássicas com D. Pedro II.

 

Com a República, recuperou o nome de Rua do Areal, até tornar-se, em 1921, Rua Moncorvo Filho, em homenagem ao Médico e Professor Carlos Artur Moncorvo de Figueiredo Filho, cujo pai foi um dos fundadores do Instituto de Proteção e Assistência à Infância, que deu origem ao atual Hospital Moncorvo Filho.

 

Nesta rua moraram, na primeira metade do século XIX, Bernardo Vasconcelos e o Regente Lima e Silva, pai de Caxias.

 

Faculdade de Direito da UFRJ:

 

Localização: Rua Moncorvo Filho, 8, Centro

 

História: Em frente ao Largo do CACO, na Praça da República, esquina com Moncorvo Filho, ergue-se uma casa apalaçada. Ali existia uma grande chácara que pertencia ao rico negociante Anacleto Elias, comprada por negociantes baianos que desejavam presentear o Conde dos Arcos, então Vice-Rei do Brasil, pelo seu brilhante desempenho quando Governador da Bahia. Tão eficiente foi, que decidiram homenageá-lo, oferecendo-lhe, em nome do povo baiano, uma residência condigna no Rio de Janeiro, sede do Vice-Reino. Queriam que a homenagem fosse inteiramente baiana. Por isso, todo o material necessário à construção foi trazido da Bahia e o trabalho confiado a dois mestres baianos.

 

O Local escolhido foi a referida chácara, no Campo de Sant’Ana, na esquina da Rua das Boas Pernas, ou do Areal, hoje Moncorvo Filho. Ali construíram um palacete, no estilo colonial, onde o Conde residiu até seu regresso a Portugal, quando o colocou a venda.

 

Em 1827, o Governo Imperial autorizou a compra da propriedade pela Fazenda Nacional. Foram feiras obras de adaptação sendo o Senado do Império ali instalado solenemente em 1826, onde permaneceu até o início da República,em 1906, quando se transferiu para o Palácio Monroe.

 

Nos terrenos de uma chácara do sec. XVIII foi construída o palacete do Conde dos Arcos em 1811. Em 1926 sediou o Senado do Império que ali permaneceu até 1936. A partir de 1937 recebeu a atual função universitária. São quatro pavimentos como a superposição tradicional das ordens clássicas (colunas jônicas, dóricas e coríntias e coroamento em platibanda).

 

Nesta casa, no séc. XIX, grandes acontecimentos ocorreram. O primeiro foi quando o próprio Conde dos Arcos, que ali residia foi obrigado a retornar a Portugal pela burguesia liberal portuguesa, que fizera uma revolução para livrar-se da tutela inglesa. Foi onde, em 1835, já Senado, Feijó prestou juramento como Regente e D. Pedro II, como Imperador. Nessa casa foram discutidos grandes problemas da nação brasileira: as dificuldades dos governos da Regência, a maioridade de D. Pedro II, a abolição da escravatura. Da sua tribuna, grandes oradores se fizeram ouvir: os Andradas, José Clemente Pereira, Bernardo Vasconcelos, Rui Barbosa, Eusébio de Queiroz, José de Alencar (pai e filho), Nilo Peçanha e outros.

 

Na República, com a mudança do Senado, o Palácio dos Arcos ficou vazio, sofrendo seguidas reformas e recebendo várias repartições públicas, até ser utilizado pela então Faculdade de Direito da UFRJ.

 

A casa do Conde tinha apenas dois pavimentos, a do Senado três e a ocupada pela Faculdade quatro andares, sem que sua fachada tenha sofrido grandes alterações com as sucessivas reformas.

 

Largo do CACO:

Localização: Situa-se na Praça da República, Centro

 

História: O Largo do CACO é assim denominado em homenagem ao Centro Acadêmico Cândido de Oliveira - CACO, da Faculdade de Direito instalado, no edifício do antigo Senado.

 

Como forma de manter na memória nacional o trabalho, a luta, dos grandes nomes que passaram pela Faculdade, seja pelo ponto de vista intelectual, político ou social , ficou o Largo do CACO como um registro vivo da resistência, pelo direito do exercício pleno da cidadania, nos seus mais variados aspectos.

 

Nesse Largo, de frente para a Faculdade, como um guardião do Direito, está o busto de Cândido de Oliveira.

Fonte das curiosidades: Glória Ferreira

 

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Estágios

Edital Público no.02

Seleção para Analistas Técnicos e Consultor da Pesquisa

“Pensando o Direito e as Reformas Penais no Brasil:

Violências contra a Mulher e as Práticas Institucionais”

(IPEA/MJ/UFRJ – Coord. Profa. Dra. Cristiane Brandão)


Objetivos gerais da pesquisa:

Fornecer elementos teóricos e empíricos ao IPEA e ao Ministério da Justiça, a fim de justificar possíveis reorganizações nos atendimentos dos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e reformulações no campo legislativo.

Concepção do trabalho:

Trata-se de Projeto de Pesquisa, com duração de 6 (seis) meses a partir de junho/2013, que envolve trabalho de campo, com aplicação de questionários a usuárias do JVDFM do Estado do Rio de Janeiro e entrevistas aos profissionais que atuam nos casos de violência de gênero.

Local das reuniões semanais: Faculdade Nacional de Direito – Rua Moncorvo Filho, no. 8, Centro, RJ.

Critérios para a vaga de analista técnico:

Leia mais...
 

 

O escritório Pontes, Chaves, Campista e Brant está selecionando estagiário para a área de Contencioso Estratégico Cível/Empresarial.

O escritório é localizado no Centro do Rio, com ótimo ambiente de trabalho e excelente estrutura. Trabalhamos com causas de conteúdo diversificado, NÃO lidamos com contencioso de massa e NÃO atuamos em JEC's.

O candidato pode estudar tanto no turno da manhã quanto no turno da noite e deve atender aos seguintes requisitos:

  • estudar em uma das seguintes faculdades: UERJ, UFRJ, UNI-RIO, FGV, IBMEC, UFF ou PUC;

  • estar preferencialmente no 7º período;

  • possuir a carteira da OAB ou estar em vias de obtê-la; e

  • ter disponibilidade de 6h para o estágio (o horário é realmente flexível).

A bolsa varia conforme o ano do aluno na universidade da seguinte forma:

  • Até o 6º período (3º ano): R$ 1.000,00 + Auxílio Transporte;

  • 7º e 8º períodos (4º ano), com carteira da OAB: R$ 1.250,00 + Auxílio Transporte;

  • 9º e 10º períodos (5º ano), com carteira da OAB: R$ 1.500,00 + Auxílio Transporte.

Os currículos deverão ser enviados paragbarros@pccb.com.brmazevedo@pccb.com.br

 

A Empresa Clave está conduzindo o Processo Seletivo para vaga de estágio na Área de Gerência de Regulatório da empresa Organizações Globo.

PRÉ-REQUISITOS: 
• Cursar: Direito;
• Previsão de Formatura: Julho de 2015;
• Conhecimentos avançados no Pacote Office;
• Inglês Avançado.


ATIVIDADES:

• Pesquisas na elaboração dos processos de renovação de outorga, de defesas e recursos de origem ANATEL ou em ofício de exigência dos processos apresentados junto ao ministério das comunicações;
• Acompanhamento de projetos de lei de interesse das Organizações Globo;
• Acompanhar questões de direito econômico;
• Pesquisas de legislação julgados, pareceres e análises que servirão de elemento na elaboração de estudos ou de defesas e recursos;
• Auxiliar o advogado nas demandas e/ou processos;
• Auxiliar o advogado na análise de novos projetos.
• Elaborar minutas de respostas aos ofícios encaminhados pelo Minicon e a ANATEL às diversas empresas do grupo.


CARGA HORÁRIA:
•30 horas semanais.

LOCAL DE TRABALHO:
•Cidade: Rio de Janeiro/ Bairro: Leblon.

PACOTE DE BENEFÍCIOS:
• Bolsa Auxílio no valor de R$1.180,00;
• Vale Refeição no valor de R$25,00/dia; 
• Vale Transporte;
• Seguro de Vida.
 

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